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Aquilo que o Benfica persegue, o Dragão alcança


Diz o sempre esclarecido Record, hoje, dia 12 de Maio de 2009: «Benfica já falou com Jesus». Ou seja, o Rui Costa já conhece o segredo, na próxima época o campeonato está garantido e o Bynia irá finalmente jogar como quem caminha sobre água.

Entretanto, boas fontes telefonaram para a redacção do Pressão Alta a desdizer a capa do desportivo do senhor Alexandre, deixando escapar um violento desabafo sobre a estratégia de gestão futebolística do glorioso, o qual não podemos reproduzir de forma a proteger os nossos dedicados leitores (neste momento, devem ser duas almas penadas que por aqui entraram inadvertidamente).

Por palavras finais, ficam as do escriba, que a elas também tem direito: esperemos que, a confirmar-se a notícia, que o Pavão saiba pelo menos disciplinar bem os seus traidores, como o gordo mais perigoso ali da fotografia, que por acaso não se chama Jesus nem consta que tenha assim tantos discípulos, mas também teve direito a uma última ceia. E terminou abruptamente. Pormenores.

É só asneiras,

as palavras que as gargantas dragonenses cantam constantemente, seja no Dragão ou fora dele, seja o Benfica o opositor, ou outro clube qualquer.


Hoje, por momentos, calaram-se - perante a superioridade táctica do Benfica, evidentemente mais inteligente e com alguma sorte nos falhanços aéreos dos avançados azuis. Depois, sucedeu o tempo: a lei tornou a fechar os olhos. Aconteceu "o braço do Yebda", defende o Professor Jesualdo Ferreira.

Alguém tem, rapidamente, de fazer uma viagem às catacumbas das Antas, para comprar honestidade. Intelectual.

"A haver um vencedor, teria de ser o Porto", diz o Lucho. Mas não é evidente que o F. C. do Porto, de facto, venceu novamente?

De artigo em artigo, até à vitória final!

A nova Bíblia permanece de vestes escuras, como é tradicional,

mas alberga palavras todas elas vermelhas.

E agora, qual o próximo passo? O primeiro romance de Rui Costa (com posfácio de Joe Berardo e extratexto com fotografias do Maestro a gerir negócios)? O Banco Benfica? Gasolina SLB?

E que tal resultados desportivos?

Viva o Benfica e etc., mas tanto marketing já irrita. O que faz falta é avisar a malta, dizia o outro. Mas o que faz falta, neste caso, é poder dizer "epá, ontem o Benfica jogou bem na Champions", ou "Amanhã podemos ser campeões".

O resto não é mais do que fogo de vista.

E entretanto Bento fugiu

Passaram quatro jornadas e por aqui ninguém teve tempo ou vontade de actualizar o Campeonato das Lamúrias.

Registam-se importantes alterações na tabela das lamentações, com Paulo Bento agora transformado em líder isolado, Cajuda a somar os primeiros pontos (o que parece incrível, mas é verdade) e Jesus a revelar uma quase-contenção verbal. Fica então um resumo do que se passou nestas semanas:

Sétima jornada - Paulo Bento aproxima-se da liderança, somando os seus três primeiros pontos. O homem que não cuida da sua classe (é o cabelo, é o discurso aos solavancos) queixou-se da expulsão de Derlei, do golo (mal) anulado, do «prejuízo» para os leões. Nos restantes jogos não se registam choros - apesar da derrota dos Dragões e do Carlos Xistra em Guimarães (tanto Cajuda como Quique poderiam ter saído chateados). Lori Sandri não abriu a boca - foi o seu adjunto que «falou aos jornalistas», devido ao castigo imposto por alguém ao senhor brasileiro.

Oitava jornada - Ninguém nadou na onda dos queixumes, ficaram todos satisfeitos e foram para casa dormir descansados.

Nona Jornada - Entre soluços, Cajuda lá se desbocou e informou as pessoas que "Moreno, a correr de costas, foi expulso". Três pontos para o vimaranense de barba rija. O treinador do Sporting queixou-se das "duas equipas" que enfrentou ao mesmo tempo, pedindo que, no lugar das perseguições aos jogadores leoninos, se persiga um tal de Paulo Bento. Três pontos para o bravo Bento. Aos donos do apito, o senhor Pavão deu um rebuçado com a mão direita e um calduço com a mão esquerda: "foi uma boa arbitragem, pena terem anulado aquele golo, mas estiveram bem". Um ponto, por isso, para a Paula Rego do futebol português. Os outros, silenciosos se quedaram.

Décima Jornada - Bento ao ataque, isola-se na liderança e parece querer transformar-se no queixinhas inalcançável. Com ironia, afirmou que o Sporting "fez três golos" frente ao Gumarães; todo vestido de verde, falou num penalty por assinalar e no cartão amarelo "estranho" a Rui Patrício. Até tem razão, mas não deixa de ser queixume e confusão. Os restantes, caladinhos.

O Benfica tem um Google


Quem vos dera ser Grande para ter um destes, ò Marques, ò Delgado, ò Silvares, ò restantes amigos/leitores anti-benfiquistas!

http://www.slboogle.com/

Integridade

"Garden", de Maggie Taylor

O senhor Paulo Bento continua a demonstrar porque razão é um dos actuais Grandes senhores do futebol português: enquanto alguns começaram já o rápido e penoso processo de transformação em avestruz, escondendo convenientemente a cabeça nas epiderme da terra, o mister lagartino reafirma publicamente a força das suas ideias: na selecção portuguesa, devem jogar portugueses e ponto final.

Mesmo que o novo candidato a portugueissh seja levezinho a decidir jogos e títulos na equipa treinada pelo mister Bento.

Yes, we can

O Nápoles:

- está em segundo lugar do calcio, a um ponto do primeiro classificado
- empatou em Roma e em Udinese, recebeu e venceu a Fiorentina e o Palermo, venceu fora contra o Bologna
- foi banalizado pelo Benfica na Luz.

O Benfica:

- Começou a época com jogos complicados, uma equipa renovada e novos métodos de trabalho
- Empatou com o campeão nacional, venceu o principal candidato ao título e banalizou o Nápoles
- Jogou estes jogos sem alguns titulares (hoje faltaram três das «estrelas» da equipa)
- Tem um discurso positivo, sem questiúnculas desnecessárias, desculpas ou polémicas no balneário

Temos motivos e razões para estar optimistas.
Temos o melhor futebol entre os clubes portugueses.
Temos um treinador responsável e apaziguador.
Temos um director desportivo que, para já, parece ter acertado nas decisões mais relevantes.
Temos adeptos que apenas respondem quando motivados mas, nesses momentos, tornam a Luz arrepiante. Como hoje.

Falta a consistência, para alcançar os títulos.

Eu acredito.

A fronteira da euforia


Estaremos a assistir aos últimos dias do Professor Jesualdo como timoneiro da nau dragonense?

O elogio exagerado e injustificado precede, geralmente, o estertor dos que estão quase no lado de lá.

Este elogio diz muito mais do que a primeira leitura pode denunciar: primeiro, pensa-se no ridículo a que chegam os cães de fila portistas, ao publicar tal fantasia; depois, recordam-se as várias ocasiões em que um elogio ao treinador, após resultados desagradáveis, terminou na rápida rescisão do contrato.

Ser humilhado não é prato habitual na casa do sr. Pinto da Costa...

(nota: o brilhante artigo do site do fcp foi uma dica do Marques)

O Camacho não lhe ensinou patavina (e ainda bem)


Em dez anos, a de ontem foi a terceira vitória do Benfica, na Luz e para o campeonato, aos outros senhores da Segunda Circular.

Na próxima jornada, o primeiro lugar?

Rui Costa já telefonou

Jorge Andrade, na caminha

Se é para os ter na enfermaria, mais vale que sejam dos bons. Avança, Maestro, há um Evangelista que te aguarda!

Jesualdo também sabe chorar

O Professor Ferreira em pleno correctivo ao Juiz Proença

E eis que à segunda jornada do Campeonato das Lamentações (terceira jornada na Liga Sagres) um dos Grandes entra na corrida pelo título: Jesualdo Ferreira não aguentou as comportas da sua verborreia e lá se decidiu a criticar a arbitragem no jogo de Vila do Conde.

Pouco habituado a empates com gente recém-promovida, o homem do leme dragonete deixou para a posteridade, entre lágrimas invisíveis, as seguintes palavras: «(...) Há também uma mão na área do Rio Ave e foi penalty. Nesta altura, as grandes penalidades têm que ser assinaladas».

Registe-se o correctivo de Jesualdo aos senhores árbitros: pelos vistos, é apenas em Setembro que existe obrigatoriedade na marcação de faltas dentro da grande área.

Os restantes candidatos preferiram o silêncio. Destaque para o Pavão Jesus e o senhor Cajuda, que viram jogadores expulsos e, desta vez, nem um «ai» se lhes ouviu.

Confiram a classificação na tabela que publicamos no menu do blog.

O Cotovelo


Uma vez feita justiça, que seja sempre feita justiça.

Ou será que poderá ainda suceder o que em tempos sucedeu com o valente Alves, frente ao Leixões?

Fiquemos atentos.

Os que dão cachaços é que são parvos


Responde o senhor Delgado ao texto do senhor Marques: «se houvesse uma uniformização de regulamentos na Europa, o Estádio da Luz seria interditado.»

E eu penso de imediato, se houvesse uma uniformização de regulamentos na Europa, o Estádio da Luz não seria interditado. Explico porquê, em três alíneas redondas e belas:

a) Se os regulamentos fossem uniformizados, os clubes que tentam corromper árbitros certamente seriam punidos com descida de divisão imediata.

b) Se os clubes que tentam corromper árbitros fossem punidos, em Portugal, com descida de divisão imediata, o Benfica não teria defrontado o F.C. Porto.

c) Se o Benfica não tivesse defrontado o F.C. Porto, o Lucho não teria sido puxado na grande-área, o penalty não existiria e o diabo que invadiu o relvado para descarregar a frustração no senhor árbitro de linha também não o teria feito.

Conclusão: o F.C. Porto devia estar a disputar as vitórias noutros relvados que não os da Liga Sagres; e o Estádio da Luz manter-se-ia aberto para que os adeptos do futebol correcto e justo observem os maus desempenhos dos seus atletas e dos árbitros não-quase-corrompidos.

A malta dragonense anda meio agitada com esta questão do diabo. Há até quem fale em «Tentativa de coacção» por causa do cachaço ao fiscal de linha; que deveria o Benfica ser reduzido à sua condição de clube-pérfido-que-coage-através-de-diabos-pau-mandados.

Aqui está a origem do título que abre esta verborreia: os que dão cachaços é que são parvos.

Na imagem: fotografia oficial da Liga da Justiça, antes de mais uma reunião para decidir o futuro do futebol português

Quem mais choraminga por mais?

Na imagem, o Muro das Lamentações, como se exigia.

O Campeonato das Lamentações começa à segunda jornada da Liga Sagres, com sete candidatos a um desditoso título - nada mais que os treinadores dos sete melhores clubes da época transacta: Jesualdo Ferreira, Paulo Bento, Manuel Cajuda, Quique Flores, Daúto Faquirá, Lori Sandri e Jorge Jesus.

Para já e para grande surpresa nossa - houve clássico entre grandes e dos seis candidatos só Daúto não enfrentou uma adversário directo -, nesta primeira batalha pontuam apenas Jorge Jesus e Lori Sandri.

O treinador do Sporting de Braga, herói da Táctica e da recusa ao Fair Play, brilhou desta vez nas entrevistas pós-jogo, com o seu desabafo relativamente a uma hipotética grande penalidade provocada por Helder Postiga sobre Meyong. E não assinalada, claro está.

Disse o Pavão: «Há um lance na primeira parte em que me parece haver falta do Postiga sobre o Meyong na área do Sporting. Não tenho dúvida de que seria grande penalidade, mas não posso dizer que perdemos por causa desse lance». Vá lá, desta vez foi humilde.

Já Lori Sandri, que se estreia em terras lusas ao leme do Marítimo e já vai com duas derrotas em igual número de jogos, bateu-se ombro a ombro com Jesus, reclamando também uma grande penalidade não apitada pelo senhor do apito.

Desabafou Sandri: «Não sei se foi penalty, mas pareceu-me que sim e isso poderia mudar a história do jogo».

A segunda jornada do Campeonato das Lamentações aguarda agora pela terceira jornada da Liga Sagres.

Justo


O senhor da fotografia quase deitou tudo a perder, mas os cartões e o penalty valeram pela consequente demonstração de brio do resto da equipa. Temos, obviamente, mais substância para atacar o campeonato do que tivemos na época passada.

11 para 11, qualquer um podia ter vencido.

Estranho é o Dragão, este ano, ser tão dragãozinho. Meia-hora com vantagem numérica, ao que se acrescentou a débil estrutura muscular dos benficos, e não marcam um golinho?

Por agora, não impõem respeito.

A comédia prossegue já de seguida

Digam lá que ele não se coloca mesmo a jeito:



Fotografias de páginas da revista que acompanha Diário de Notícias de 30.08.2008


Li a entrevista, e agora tenho várias certezas:

- Na mente do Marco Fortes as pessoas só deviam poder existir a partir do meio-dia;
- As palavras dele fazem-me pensar que deve ser mesmo bom rapaz, simpático e amigo do amigo;
- Ninguém pode negar a sua veia humorística;
- E agora parece que desenvolveu um adequado espírito comercial (aqui está ele a investir na imagem que criou em Pequim, e a tirar dividendos jeitosos, certamente, com o trabalho fotográfico que a entrevista inclui).

O senhor Fortes é um homem engraçado e o espectáculo que montou está a empurrar uma onda de portugueses mal-dispostos, rezingões, insatisfeitos e desbocados, como eu, em direcção ao abismo dos críticos "paineleiros". Ora leiam o DN de hoje, oiçam coisas como esta, e não se admirem se as piadas do Fortes não vos façam esboçar sequer um sorriso.

A memória de Jesualdo


«Temos de pedir a um expert nesta matéria para provar que, à luz da biomecânica, é impossível saltar com tamanho grau de impulsão e ficar imune a tocar em alguém. Já percebemos que a forma de jogar contra o Bruno Alves é não saltar

Jesualdo Ferreira, 23 de Agosto de 2008


Perante a indignação do Professor Jesualdo em relação à tremenda injustiça
perpetuada por alguns jornalistas e pessoas do futebol, apenas me ocorreu uma questão: estará o líder dos Dragões a falar do mesmo Bruno Alves?





Nota: Estes exemplos não são os únicos filhos do central portista, mas são os poucos que encontrei na web. Recordo-me de um dos tais saltos a que Jesualdo se refere, num FCP - Leixões, no qual o Bruno Alves potencia a impulsão nas costas de um adversário, com o pé...

Agarrado ao passado


Então não é que o representante de uma das duas melhores equipas portuguesas do milénio tem de se agarrar ao passado para tentar ultrapassar a inveja das medalhas benfiquistas em Pequim?

Cuidado: se vamos começar uma batalha de méritos Históricos, o futebol do Sporting só tem caminhos por onde ser goleado.

Esse Sporting do novo milénio, conquistador, triunfante, até pode ver no Benfica um clube ultrapassado, atrasado; e, nos seus adeptos, atrasados mentais que nada percebem de futebol.

É só uma questão de apagar a História e esperar que o tempo passe. Ah, e evitar que os Fortes deste mundo verde-e branco tornem a abrir a boca, ou sejam fotografados em poses triunfais.

Porque são esses Fortes que marcam o presente do Sporting; e não o Grande Carlos Lopes, como alguns bem desejavam.

O ecletismo e os Jogos

A Águia Évora em pleno voo para o ouro


«Já cheguei à conclusão que, de manhã, eu só tou bem é na caminha», disse, entre sorrisos, um dos Fortes atletas do Sporting Clube Portugal, esse clube-mor do Ecletismo em português, que sai dos Jogos Olímpicos vergado com o peso extenuante de um saco desportivo repleto de ar.

Entretanto, volvidos alguns dias, as medalhas chegam finalmente a mãos portuguesas, curiosamente mãos que, no resto do ano, vestem de vermelho e branco. As cores do Glorioso, como bem sabemos.

Sempre que se fala, aqui no «Pressão Alta» ou fora dele e entre os amigos que escrevem este blog, a respeito do mérito e do prestígio dos clubes que cada um de nós ama, os dragonetes e os leões atiram sempre os mesmos argumentos: o Benfica deve o que é apenas ao seu passado; no presente não é uma equipa de vitórias; vive dos títulos que venceu em meados do século XX, por aí fora.

Eles gostam de medir o prestígio e o valor dos clubes de acordo com as celebrações vividas apenas nos tempos mais recentes; fazem uma lipoaspiração à História, para que se veja apenas a pele mais recente.

Há até quem diga e repita, com inteira justiça, que o Sporting e o F.C. Porto são "as duas melhores equipas portuguesas do milénio". Tudo bem, até têm alguma razão nos argumentos, e fico feliz pelos benfiquistas, porque agora podemos afirmar, de pulmões cheios:

Viva o Ecletismo do Sport Lisboa e Benfica
, que tanto tem dado a ganhar a Portugal, nestes últimos dias, nestes Jogos! Primeiro a Vanessa, agora o Nélson... E não esqueçamos o Di Maria, também ele medalhado pela Argentina.

Enquanto isto, Sporting e Porto não conseguem oferecer a Portugal mais do que caminha, saltos atrapalhados e palavras tontas. Mas são palavras ecléticas!

(bem visto, Zé!)

Sporting 08/09: A garra; o título


No covil dos leões, apreciam-se ainda os restos mortais do dragão desnorteado que passou, há alguns dias, por solos algarvios. As fêmeas enredam-se nas jubas, os machos lançam, na atmosfera, grunhidos triunfantes: os outros bem podem falar em troféus do passado, que os presentes moram em Alvalade.

Entusiasmados pelo doce soluçar do actual Leão-Rei - um tal papa-taças conhecido na savana lusa por Paulo Bento -, os jovens leõeszinhos vão exibindo a sua garra crescente perante o resto (e os restos) dos machos.

Na selva portuguesa todos deviam agora baixar os focinhos e os bicos, quando a turba felídea surge, de rompante, no horizonte.

Ter bravos guerreiros como Liedson, Rochemback, Moutinho, Vukcevic, Derlei, "Cáneira", Polga ou "Tónel" só pode ser alvo de sequiosa inveja, por parte dos inimigos naturais. A estabilidade (nasceram poucos leões, nesta pré-época), o espírito vencedor e combativo (promovidos pelo tal Leão-Rei papa-taças) e, em particular, a musculada emancipação do novel goleador Djálo, são trunfos importantíssimos e a não descurar nas apostas para o Rei da Selva em 2008/2009.

Avisam-se os possíveis leitores para um facto invariável: sempre que faço este tipo de prognósticos a respeito dos adversários do Glorioso, costumo escrever uma gigantesca mentira, que o tempo acaba por desvendar.

Espero, muito sinceramente, que assim o seja, em benefício da trupe benfiquista.

Uma certeza: após o sucedido com os pupilos de Jesualdo, que bem desvalorizaram o Sporting e bem se arrependeram no Algarve, é obrigatório respeitar estes Leões.